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MASTURBAÇÃO AÉREA março 19, 2008

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No vôo Brasília/Rio da TAM, de hoje, dia 19/03, presenciei uma cena inédita e curiosa. Uma senhora baixinha, de uns 70 anos, cabelos grisalhos, com vestido florido comportado, se masturbou calmamente durante uns 10 minutos e depois dormiu.

Eu estava em uma janela e havia uma moça na poltrona do corredor. A tal senhora assanhadinha estava sozinha na outra fileira, na poltrona da janela e olhando para fora. Estava com uma bolsa preta no colo e a mão direita, por baixo da bolsa, bolinava a dita cuja.

Eram movimentos rápidos e ritmados e, as vezes, ela parava e olhava para o nosso lado para verificar se alguém estava observando (nos meus pensamentos, até imaginei que ela quisesse que alguém visse). Em seguida, virava para a janela e continuava. A moça ao meu lado estava de olhos fechados, imagino que dormindo, e acho que nada viu.

No fim, a safadinha da terceira idade (ou melhor idade) abriu a bolsa, pegou um lencinho branco e passou na mão. Guardou, fechou os olhos e dormiu. No desembarque se levantou, serelepe e com um leve sorriso, e saiu da aeronave na minha frente.

Quase perguntei: “foi bom para você?”.  

Foto de por soylentgreen23, via Flicker cc

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TROPEÇOU, CAIU março 19, 2008

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Mulher bem vestida de salto alto, tipo executiva, correndo no aeroporto de Congonhas, pois estava atrasada para embarcar.

Última chamada.

Todos olhando aquela corrida, acompanhando tudo, uma vez que ninguém tinha mais nada para fazer.

Pronto. Aconteceu.

Ela escorregou e tentou se equilibrar e disfarçar para não cair.

Foi pior.

Caiu de bunda no chão.

Com as pernas abertas.

Alguns objetos da bolsa caíram e ela ainda teve que catar tudo. Conseguiu embarcar, mesmo depois desse mico.

Foto “Caiu” de Cris Gorissen, via Flicker cc

E O LIVRO SE FOI março 19, 2008

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Vôo de ponte aérea Rio/São Paulo, terça passada, de manhã. Homem de cinqüenta e poucos anos, com rabo de cavalo e roupa esporte, sentou na janela da fila oito e eu no corredor.

Ninguém no meio, ainda bem.

Eu lendo o jornal e ele lendo um livro.

Acho que o título era “Fim do Mundo”.

Não deu dez minutos de vôo e ele colocou o livro sobre a poltrona do meio, virou de lado e dormiu. Nem pegou o lanche. Dormiu direto. Quando a aeronave aterrisou – e freou – o livro escorregou e saiu correndo pelo chão até o fim do mundo… que trocadilho infame.

Mas que o livro foi parar lá na primeira fileira, isso foi. A aeronave parou no finger, eu me levantei, ele também, e percebi que ele não lembrou que o livro estava sobre o banco. Avisei que o livro tinha escorregado e ele agradeceu.

Se não, acho que ficaria sem o livro.

Aliás, já vi vários objetos correndo pelo chão quando a aeronave freia. Principalmente bolsa de mulher.

Mas isso é outra história. 

  

Foto de Celeste, via Flicker cc

outubro 19, 2007

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Contribuição do leitor Felipe Carvalho:

Em setembro de 2007 num vôo de rec para São Paulo vindo de Milão, após mais de 2  horas de atraso fomos “acomodados” num avião praticamente lotado. Após a busca por assentos livres o comissário me leva até um assento sem janela e que não reclinava. Imaginei logo como seriam longas as 3 horas até São Paulo. Após o embarque os comissários fazem o speech e anunciam se tratar de um Boeing 767-300.

Uma sra bastante idosa que sentava ao meu lado perguntou…

“Você ouviu? É um Boeing. Por isso tem tanta gente. Boeing é grande, né? Devem ter uns 500 passageiros aqui.”

Dei um sorriso para mostrar educação, e ela continuou:

” Já viajei outras vezes em Boeing, pela Transbrasil. Gosto muito da Transbrasil. Uma pena não poder mais viajar na Transbrasil pois agora ela só voa para fora do Brasil.”

Desta vez meu sorriso foi verdadeiro. Fiquei entre o cômico e o trágico.

Foto acima de Terretta, via Flickr

QUE MALDADE… julho 31, 2007

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A situação era a seguinte: vôo Rio de Janeiro/São Paulo, TAM, saindo do Santos Dumont e pousando em Congonhas.

O vôo foi perfeito, tranquilo, dia lindo e no momento da aterrisagem, aquele silêncio, um pouco de tensão no ar, todos olhando pela janela, mas o pouso foi macio.

Quando o comandante começou a frear, um engraçadinho (ou nervoso) fala ligeiramente alto e todos ouvem: freia comandante, freia esse negócio… risada geral.

Que maldade!!!  

Post anterior: Goteira Aérea, por Plinio Simões Barbosa

Foto acima de Joits, via Flickr cc

GOTEIRA AÉREA julho 29, 2007

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Segue abaixo uma ótima história de um leitor assiduo aqui do blog:

“Devo a uma goteira um dos mais lindos vôos da minha vida! É isso mesmo: o avião tinha goteira, bem em cima do assento 9-A de um ATR da Trip, já inteiramente encharcado quando embarquei. As aeromoças foram solícitas. Como o vôo estava lotado, forraram o assento com sacas de plástico, para que não me molhasse. Pensei em aceitar, mas a goteira continuava: o que eu não me molhasse por baixo, molharia por cima. Não concordei e cobrei uma solução.  

Ainda bem, pois acabei na cabine de comando! Fiz todo o vôo de Natal a Fernando de Noronha em posição privilegiada, em companhia de um experiente comandante, que ainda fez as vezes de guia, me mostrando e contando histórias sobre o Atol das Rocas, o antigo presídio, a Praia do Sancho, a Enseada dos Golfinhos, a Baía dos Porcos e tantas outras belezuras desse nosso paraíso ecológico. 

Ao desembarcar, ainda soube que a água acumulada no forro do teto do avião da Trip, com a inclinação da decolagem, correu para trás e desabou no colo do passageiro que ocupava o assento 10-A.  Esse, coitado, saiu molhado e sem os privilégios que me foram concedidos. 

Moral da história: quando forem de Natal a Fernando de Noronha, pela Trip, peçam o assento 9-A e não aceitem o 10-A. 

Plínio Simões Barbosa”

Foto acima de Noronha, de roney, via Flickr cc