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AERONAVE FAZ POUSO DE EMERGÊNCIA APÓS DESCOBRIR FUNCIONÁRIO PRESO NO BAGAGEIRO abril 14, 2015

Posted by JN, Rio de Janeiro in Uncategorized.
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Um avião da Alaska Airlines fez um pouso de emergência na cidade de Seattle, nos Estados Unidos, após um funcionário ter ficado preso no bagageiro, divulgou hoje o UOL online.

O piloto do voo 448, que viajava para Los Angeles, foi alertado pelo som de batidas vindas da “parte de baixo da aeronave”, disse a empresa em comunicado.

Já em terra, o funcionário saiu do compartimento, dizendo que teria adormecido. Ele foi levado por precaução a um hospital, de onde já foi liberado, disse a companhia.

O Boeing 737 havia decolado de Seattle com 170 passageiros e estava no ar havia 14 minutos.

Segundo a empresa, o chefe de equipe havia percebido o desaparecimento do funcionário antes da partida da aeronave. Ele telefonou para o bagageiro e o celular do funcionário, mas não obteve resposta.

“Os colegas pensaram que ele tinha terminado seu trabalho e ido para casa”, disse a Alaska Airlines.

A empresa disse que o funcionário começou seu trabalho às 5h e deveria terminá-lo às 14h30. Mas ele adormeceu no bagageiro.

O compartimento é pressurizado e, portanto, permite que alguém sobreviva em altitude, com temperatura controlada.

Uma passageira, Marty Collins, disse a uma emissora de TV de Seattle que os ocupantes do avião não ouviram as batidas.

“Ninguém no avião ouviu nada, ninguém soube porque eles estavam voltando. Eles só disseram que nós estávamos bem e não estávamos sob risco.”

Depois, segundo ela, os passageiros foram informados de que “havia alguém no bagageiro”. O voo, então, seguiu para Los Angeles.

Na realidade o que ocorreu foi uma falha de segurança. Se o funcionário tivesse alguma má intenção poderia ter conseguido realizar o seu objetivo sem nenhum problema.

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BUNDA PRIMEIRA CLASSE abril 7, 2015

Posted by JN, Rio de Janeiro in Uncategorized.
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Descrição da cena:
– saguão do aeroporto de Congonhas em São Paulo. São 16h35m. Próximo ao portão 2. Executivos sentados aguardando o chamado da companhia aérea para embarque no voo da TAM para o Rio de Janeiro. Uma mulher morena, bonita, de uns 35 anos atravessa o saguão calmamente, com uma calça comprida branca e blusa vermelha, puxando uma pequena mala de mão.
O que chamava realmente a atenção de todos era o tamanho da “bagagem” dela, popularmente conhecida como “bunda”.
Na realidade era uma prateleira, pois dava para pousar alguns itens sem cair, mesmo com ela andando.
Era bonita, empinada, mas muito, muito grande. Descomunal mesmo. Dava para dividir por umas três mulheres e sobrava bunda.

Ela não sentou, ficou perto do portão de embarque e todos imaginaram, tenho certeza, que era porque não cabia naquelas cadeiras.

Aí, a curiosidade de todos era se caberia na poltrona da aeronave.
Embarcamos e algumas pessoas, como eu, ficaram enrolando para colocar a mala no bagageiro para acompanhar aquela “viagem” da bunda até seu assento.
Coube, mas foi apertado. Teve, literalmente, que rebolar para entrar.
O alívio foi geral. E não desbalanceou a aeronave.

Aquela bunda, com certeza, tinha vida própria.
E todos viajaram tranquilos.

PASSAGEIROS EXIGEM MAIS CONFORTO NAS CLASSES EXECUTIVA E PRIMEIRA abril 7, 2015

Posted by JN, Rio de Janeiro in Uncategorized.
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Hoje no Uol online saiu uma matéria que confirma que há uma corrida espacial entre as companhias aéreas para projetar assentos mais chiques para a primeira classe e a classe executiva. E todo esse luxo tem um custo para as empresas aéreas –que ultrapassa facilmente o preço de uma casa.

A demanda por assentos “totalmente reclináveis” está aumentando rapidamente, em parte porque muitas companhias aéreas perceberam que cobrar mais pelo design do assento e outras regalias de cabine é algo extremamente lucrativo, mais do que tentar enfiar assentos extras na classe econômica.

Essas empresas estão chegando a um limite. A companhia aérea não pode cobrar extra por muito mais coisas – já bastam a bagagem extra, espaço a mais no assento, e até comida. Ela não pode alterar a quantidade de espaço no avião. Ela não pode alterar a velocidade. Ela pode, no entanto, mudar a única coisa com que todo passageiro realmente se preocupa: o assento.

A indústria da aviação vem adotando novos modelos de assento “premium”, que são tão complicados e elaborados que “normalmente custam de US$ 150.000 a US$ 300.000″, segundo um consultor da Bloomberg. Ele explica que estes assentos “podem exigir muito recabeamento, alterações de canalização e reforços no piso da cabine.”

Parece que temos uma tendência de assentos cada vez mais extravagantes.

O que importa é o conforto para os passageiros, mas com preços justos.

COMO MALAS PERDIDAS SÃO RECUPERADAS? abril 4, 2015

Posted by JN, Rio de Janeiro in Uncategorized.
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Saiu hoje no Uol online que as Companhias Aéreas usam software para encontrar malas perdidas.

“Alguns dos passageiros de companhias aéreas que decidiram viajar neste fim de semana de Páscoa inevitavelmente terão suas malas perdidas. Mas por que isso acontece tão frequentemente e como as bagagens podem ser encontradas?

Os feriados em tese servem para evitar o estresse da vida cotidiana – exceto quando você está em frente ao carrossel de bagagens de um aeroporto e percebe que as malas de todos os outros passageiros chegaram, mas a sua não.

Desde 2007, as companhias aéreas melhoraram sua eficiência em transportar bagagens. Atualmente 7,3 malas são perdidas para cada 1.000 passageiros transportados. Há oito anos essa taxa era de 18,9.

Mas por que as malas desaparecem?

A metade dos extravios de bagagens ocorre quando elas são levadas de uma aeronave para outra ou de uma companhia aérea para outra. “As malas tendem a não ir tão rápido quanto os passageiros”, disse Nick Gates, da empresa SITA, que lida com tecnologia da informação para companhias aéreas.

Mas essa não é a única razão de malas desaparecerem temporariamente. Uma grande quantidade chega ao seu destino, mas é levada embora por engano por outros passageiros. “O mundo está cheio de malas pretas da Samsonite”, disse Gates.

Software
E o que acontece quando uma mala desaparece?

Quando os passageiros informam uma companhia aérea que suas malas não chegaram, as empresas usam um software chamado World Tracer, adotado por mais de 440 companhias aéreas.

O programa de computador tem como principal função reunir bagagens a seus donos em mais de três mil aeroportos.

No momento em que um passageiro dá falta de sua mala, normalmente ela está chegando a outro aeroporto do mundo. Ela pode não ter sido colocada a tempo na aeronave, ficado presa na área de trânsito em uma conexão ou etiquetada de forma errada e ido parar em outro aeroporto.

“Ela acabará sendo achada por alguém e ela acabará sendo registrada no sistema do World Tracer”, disse Gates. O número de registro de etiquetas, a descrição física da mala e eventualmente do conteúdo e informações como sua rota antes de ser perdida são inseridas no sistema. Quando encontrada, a bagagem entra em uma rota para chegar ao dono.

Mas nem todos os computadores do mundo ajudariam em alguns casos. Natalie Robbie, uma atriz, moradora de Londres, viajou de Gatwick para Edimburgo em 2014. Quando chegou à Escócia, ela descobriu que sua mala havia desaparecido e não constava em nenhum sistema de computadores.

Robbie questionou as companhias responsáveis por transportar as malas nos dois aeroportos. Um funcionário do aeroporto de Gatwick acabou indo procurar em um depósito de bagagens perdidas de outra companhia aérea e achou a mala perdida.

“Ele fez o esforço de ir lá procurar, não apenas ficou olhando para um sistema de computador”, disse ela.

“Isso gera muito estresse. Ficar sem sua mala pode deixar uma pessoa doida”.”

Isso já aconteceu comigo e realmente é muito desagradável. Fiquei quatro dias sem a mala na Costa Rica. É uma situação desagradável. A partir desse dia, sempre carrego comigo na bagagem de mãe uma roupa extra e itens de higiene para uma eventual emergência.