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CÉU DE BRIGADEIRO? Setembro 13, 2007

Posted by JN, Rio de Janeiro in cada uma!, não-convence, papo-furado.
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aviao-azul-de-jota-via-flicker-cc.jpg

ATRASOS SÃO NORMAIS… 

Parece brincadeira, mas não é.

No jornal O Globo de hoje, dia 10/09, na página 4, saiu uma matéria com o título: “Infraero: atrasos do fim de semana  foram normais”. Depois vem escrito que “Em Guarulhos, 20% dos vôos atrasaram mais de uma hora”.

Eles consideram normais esses atrasos em dias de grande movimento, ou seja, a Infraero e as companhias aéreas sabem que vai haver um feriado e ninguém se programa para atender bem os “coitados e otários” que pretendem viajar.

Até o inicio da noite de ontem, domingo, 34 vôos atrasaram mais de uma hora só em Guarulhos. É bonito!!!!!!

Será que estou sendo chato e muito exigente ou eles estão gozando, literalmente, todos os passageiros. Quer dizer que agora, atrasos de mais de uma hora são normais???? A nossa agenda que se dane…não podemos nem pensar em marcar reuniões em horários determinados, pois é “normal” o vôo atrasar…  até quando isso vai continuar? Cadê o novo Ministro?

Se perdermos uma reunião importante por atraso de mais de uma hora, podemos perder um bom negócio e até o emprego, mas nenhuma companhia é responsável e punida por qualquer atraso… QUE PAÍS É ESTE? 

FIM DA CRISE AÉREA… SERÁ?

No domingo, dia 09/09, saiu em vários veiculos que a ANAC tinha declarado o fim da crise aérea e que o Ministro Nelson Jobim contestou essa declaração, desautorizou o presidente da ANAC e negou que a crise aérea esteja superada. Para ele é necessário que se resolva os atrasos dos vôos. E nós como ficamos?

Foto acima de J.Ota via Flicker cc

JOGO DE SEDUÇÃO Setembro 13, 2007

Posted by JN, Rio de Janeiro in boazuda, gente.
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mulher-da-calca-branca.jpg

Segue história enviada pelo Sérgio de São Paulo, assíduo leitor do blog Relaxa e Goza:

“Nesses tempos de espera em aeroporto acontece de tudo.  Olha só que situação:

- sala de embarque do aeroporto Santos Dumont;

- por volta das 18 horas;

- vários executivos sentados e outros andando de um lado para o outro a espera da chamada para embarque;

- o vôo já estava quinze minutos atrasado e a tensão estava no ar;

- aí aparece uma mulher de calça comprida branca, marcando bem a calcinha (também branca), com uma blusa de seda de oncinha com alguns botões da frente propositalmente desabotoados, com um sutiã bege de rendinha aparecendo e com sandália de salto alto. Com esse sapato ela parecia ter cerca de um metro e setenta. Silicone tinha com certeza e muito. Cabelos pretos bem pintados. Uns trinta e poucos anos, bem vividos. Andar firme e decidido, olhando sempre para a frente, mas sabendo que todos os olhares masculinos estavam nela. E ela gostava.

Se dirigiu ao NOSSO portão de embarque, que era o de número 7 e ficou em pé esperando;

- agora todos puderam olhar o outro lado…era melhor ainda…e aquela calcinha branca, bem pequena, aparecia melhor por este ângulo;

- enfim embarcamos e, por um milagre, ela sentou ao meu lado.

Obrigado meu Deus. Eu mereço, mas nem tanto.

- o avião estava cheio, eu sentei na janela, ela no meio e um daqueles outros executivos metidos sentou no corredor. O meu azar é que ele tinha cara e roupa de empresário e eu de executivo. De alto escalão, mas executivo - pensei rápido: vou dominar a situação antes dele… e puxei assunto com aquele comum e idiota comentário:

- “essa poltronas estã cada vez mais apertadas, né?”;

- ela, poderosa e sem me olhar, respondeu: – “é”;

- fiquei arrasado, mas não me deixei abater. 

- o tal cara puxou um livro em inglês e começou a ler. Sujeito nojento. É golpe baixo… ele sabe que isto impressiona esse tipo de mulher;

- foi aí que ela puxou assunto com ele: – “desculpa, mas preciso passar para pegar uma pasta que esqueci na mala aí no bagageiro”;

- ele soltou o cinto lentamente, se levantou com uma puta classe e disse que pegava para ela.

A DESGRAÇADA sorriu e aceitou a ajuda;

- eu pensei: - dancei…dito e feito, os dois sentaram e começaram a conversar;- o pior é que falavam tão baixo que eu mal conseguia ouvir. 

Agora, pasmem, de repente, já quase no final da viagem, eu vi os dois trocando cartões. Deu para entender que ela era do Rio e ele de São Paulo e que a empresa dele era de logística. O cara tava que tava e ela toda simpática.

Desceram juntos em São Paulo e dividiram o táxi.

Eu não sei quem seduziu quem, mas que rolou um clima, isso rolou… quem sabe na próxima dou mais sorte. ”

Foto de Rob Beyer, via Flickr cc