OITO MILHÕES DE VOLUMES SE PERDEM POR ANO Julho 3, 2009
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A matéria da jornalista Thais Sant’Ana na revista Superinteressante de julho/09, com o título “Como as malas se perdem nos aeroportos?”, registra que oito milhões de volumes somem por causa de procedimentos-padrão ou erros de percurso.
Pelas estatísticas, esse número representa apenas 1% das malas despachadas, ou seja, 99% chegam ao seu destino todo ano. Menos mal.
A maioria dos sumiços é uma questão de etiqueta. A matéria explica que o adesivo identificador colocado no momento do check-in é a única informação sobre o destino da mala. Se essa etiqueta cair ou estiver errada a mala vai para outro destino.
A falha também pode ser do passageiro, pois se ele despachar a bagagem tarde demais, pode ficar pelo caminho por restrições de peso. A explicação é que existem diversos guichês no aeroporto que vão recebendo várias malas acima do peso permitido. Conforme o check-in avança, os quilos a mais vão se acumulando e só mais tarde descobre-se que algumas bagagens não podem entrar porque o limite de carga do avião foi ultrapassado. As malas descarregadas são normalmente reunidas em grandes depósitos bancados por muitas empresas. Essa é incrível… o passageiro descobre que a bagagem não chegou quando está no destino, mas nem imagina que ela nem foi. É um absurdo.
As companhias aéreas têm um custo aproximado de U$ 100 para devolução de cada mala, ou seja, oito milhões de dólares por ano. Para diminuir essas perdas, as empresas estão estudando a possibilidade de implantar um banco de dados global e trocar as etiquetas atuais por chips com radiofreqüência.
HUMOR NEGRO ATÉ NA AVIAÇÃO Julho 2, 2009
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Brasileiro não é fácil.
Estão surgindo diversas piadas sobre a morte do Michael Jackson.
Esta eu recebi com o título “Grande Promoção de Viagem”:
“Compre uma passagem da Air France e ganhe um ingresso para o próximo show do Michael Jackson”.
Que barbaridade.
CHAMA A “SUPER NANNY” Julho 2, 2009
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Hoje no voo São Paulo/Rio entrou uma mãe com três filhas, sendo que duas eram gêmeas. Essas duas tinham vestidos iguais, sapatos iguais e prendedores de cabelo iguais. Tudo rosa. Brega mesmo.
Acomodaram-se na primeira fila, que não era o lugar marcado para elas, sendo que a mãe ficou com as gêmeas nas três poltronas de um lado e a outra filha sentou correndo na poltrona da janela da outra fileira.
Antes da decolagem, a mãe já estava repetindo em tom baixo e firme “senta Isabela, senta Mariana” e nada…as duas corriam de uma fileira para outra sem parar.
E foi assim durante todo o voo.
As gêmeas não obedeciam, os comissários pediam para elas sentarem, a mãe se levantava e pegava as duas pelo braço, dizia que precisavam colocar os cintos, pois a luz indicativa estava acesa devido a uma pequena turbulência e nada.
Não tinha jeito. Elas não paravam.
A coitada da mãe deve ter dito “senta Isabela, senta Mariana” mais de cinqüenta vezes. Dava pena. E as vezes raiva.
Ficava claro que ela não tinha nenhuma autoridade com as gêmeas. E a educação era zero.
As duas se sujaram com bala, foram ao banheiro, queriam mexer nas coisas da cozinha para desespero dos comissários, enfim, foi um voo tumultuado.
Os passageiros que estavam perto da confusão se olhavam com pena ou raiva da mãe que não resolvia o problema.
Quando a aeronave parou no finger, a mãe disse mais uma vez para as gêmeas sentarem que elas iam sair por último, mas elas já estavam correndo de uma fileira para outra entre os passageiros que estavam em pé se preparando para o desembarque.
Na saída a aeromoça me disse que as gêmeas deviam ter uns cinco anos. E eu disse que devia ter sempre uma “Super Nanny” nos voos com crianças.
O VOO AF 447 NÃO SE PARTIU NO AR Julho 2, 2009
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Relatório preliminar apresentado hoje pelo investigador-chefe da agência reguladora francesa BEA (Escritório de Investigação e Análise) sobre o acidente afirma que a aeronave Airbus da Air France não foi destruída no ar e sim quando impactou a superfície da água no Oceano Atlântico, com forte aceleração vertical.
Informou também que as buscas pelas caixas-pretas continuam até o dia dez de julho. O sinal de emissão acústica das balizas está terminando, mas haverá uma segunda fase de buscas, que deve durar um mês e que serão feitas por meio de uma sonda.
Os comandos da Marinha e da Aeronáutica consideraram que essa foi a maior e mais complexa operação de resgate já realizada pelas forças armadas brasileiras.
A busca aos passageiros, aos tripulantes e à fuselagem do Airbus 330 AF 447 encerrada no dia 26/06 é inédita por sua duração e pelo grande número de pessoas envolvidas.
A duração foi de 26 dias, envolveu mais de 1.600 militares da Marinha e da Força Aérea, que percorreram aproximadamente 350 mil quilômetros quadrados. Foram resgatados 51 corpos e mais de 600 partes da fuselagem.
Foram utilizadas 12 aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB), que voaram juntas 1.500 horas, e 11 navios da Marinha, que totalizaram aproximadamente 35 mil milhas navegadas, o equivalente a oito vezes a extensão da costa brasileira. Só o avião R-99 percorreu uma área de 2 milhões de quilômetros fazendo uma busca eletrônica.
Aviões da França, dos Estados Unidos e da Espanha ajudaram no resgate. Dois mini-submarinos franceses capazes de realizar buscas em grandes profundidades foram enviados à região do acidente.
COPA DE 2014 Julho 2, 2009
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A FIFA demonstrou preocupação com a situação dos aeroportos brasileiros para a Copa do Mundo de 2014. O governo informou que a reforma dos aeroportos escolhidos será o principal objetivo dos investimentos públicos dirigidos a este evento.
A preocupação se deve ao fato de que onze dos aeroportos das cidades-sede operam atualmente no limite da capacidade ou estão perto desse limite.
AGORA É UM AVIÃO AIRBUS COM FUMAÇA Julho 2, 2009
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Airbus A319 da companhia aérea americana Spirit Airlines, com 143 pessoas a bordo, que ia de Chicago até Fort Lauderdale na Flórida, fez um pouso de emergência no aeroporto de Daytona Beach, no Estado da Flórida, na tarde de ontem, devido à presença de fumaça dentro da cabine do avião.
Um dos comissários de bordo percebeu o cheiro de queimado e alertou o comandante, que decidiu pousar antes de chegar ao destino. Pelo que foi noticiado, não houve feridos.
A Spirit Airlines, uma das mais populares companhias aéreas de baixo custo dos Estados Unidos, ofereceu uma nova aeronave para que os passageiros terminassem a viagem, mas muitos preferiram seguir de carro até Fort Lauderdale.
CAIU OUTRO AVIÃO AIRBUS Julho 2, 2009
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Apenas uma adolescente de 14 anos sobreviveu à queda do avião Airbus 310-300 da companhia aérea estatal do Iêmen, Yemenia Airways, no Oceano Índico, a 30 quilômetros de seu destino, o aeroporto de Moroni, capital de Comores. As Ilhas Comores, compostas por três ilhas vulcânicas, Grande Comore, Anjouan e Moheli, ficam 300 km a noroeste de Madagascar, no sul da África. Ela passou 13 horas agarrada a parte dos destroços do avião até ser encontrada pelas equipes de resgate.
O voo saiu de Paris, na França, e fez uma conexão em Sanaa, capital do Iêmen, para troca de aeronave, de um Airbus para outro Airbus.
O avião seguiu para o arquipélago, que fica cerca de 300 km de Madagascar. A aeronave deveria voar durante quatro horas e trinta minutos antes de pousar em Moroni, capital comorense.
Ainda não se sabe a causa do acidente e o estado de saúde do menino sobrevivente. A aeronave tinha 153 pessoas a bordo (142 passageiros e 11 integrantes da tripulação). Com base no depoimento de um ministro da França, 66 seriam franceses.
Uma autoridade da aviação civil iemenita comunicou que no momento do acidente era registrada uma tempestade com ventos de 61 km/h.
Autoridades informaram que já foi captado o sinal de uma das balizas da caixa-preta, a 40 quilômetros da costa e a 300 metros de profundidade. Mesmo assim, foi dito que não há nenhuma garantia de que a baliza ainda esteja acoplada à caixa-preta, pois ela pode ter se soltado com o impacto da queda da aeronave. Será montada uma operação com mergulhadores para procurar a caixa-preta. A prioridade agora é continuar a busca por corpos e destroços do avião.
Faz trinta dias que o avião Airbus AF 447 caiu no Oceano Atlântico.
TODOS SOBREVIVERAM Junho 19, 2009
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Uma aeronave caiu hoje, sexta-feira, perto do aeroporto de Medellín, na Colômbia.
O piloto e os cinco passageiros sobreviveram.
Segundo o jornal “El Colombiano”, a aeronave partiu de Cali e registrou um problema antes do pouso.
O piloto chegou a perder o controle da aeronave e bateu na pista antes de conseguir parar.
O PILOTO MORREU Junho 19, 2009
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Ontem, dia 18/06, foi divulgado que um piloto da Continental, que fazia a rota Bruxelas/New York, morreu enquanto sobrevoava o Atlântico.
Os passageiros ficaram desconfiados de que algo estava acontecendo quando uma comissária perguntou se havia algum médico a bordo. Mas só receberam a informação sobre a morte do comandante quando desembarcaram.
A tripulação agiu discretamente para não preocupar os passageiros.
O co-piloto assumiu o voo, com o auxílio do terceiro tripulante que sempre está na cabine em voos de longa distância.
VOO AF 447 PODE TER SE DESINTEGRADO NO AR Junho 13, 2009
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As primeiras avaliações das peças que já foram encontradas (37 destroços), aliadas ao estabilizador já recolhido, indicam, segundo consultor e engenheiro aeronáutico americano, para a “forte conclusão” de que a aeronave se desintegrou no ar. Não há, até agora, evidência de fogo ou explosão.
Uma possibilidade para a aeronave se partir é quando se atinge uma velocidade superior à suportada pela estrutura. Com isso, podem gerar fissuras na fuselagem, que se transformam em buracos, despressurizam o avião e podem fazê-lo partir.
Neste caso, o piloto pode ter recebido uma informação errada de velocidade dos pitots e acelerado.
Vamos aguardar mais informações, pois o laudo final ainda deve demorar.